CGE e TCE aprimoram a realização de auditoria operacional
http://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/thumbnail-for-381053.jpg
Mato Grosso
eyJfb3JpZ2luYWxfdXJsIjoiaHR0cDpcL1wvd3d3Lm10Lmdvdi5iclwvd2ViXC9jZ2VcLy1cLzEyMjc5MzAxLWNnZS1lLXRjZS1hcHJpbW9yYW0tYS1yZWFsaXphY2FvLWRlLWF1ZGl0b3JpYS1vcGVyYWNpb25hbCIsIl93cF9jcmF3bGVyX3NjaGVkdWxlX29yaWdpbmFsX2xpbmsiOiJubyIsIl93cF9jcmF3bGVyX3NjaGVkdWxlX29yaWdpbl9sb2dvIjoiIiwiX3dwX2NyYXdsZXJfc2NoZWR1bGVfb3JpZ2luX2xvZ29fbGluayI6IiIsIl93cF9jcmF3bGVyX3NjaGVkdWxlX2Nhbm9uaWNhbF9saW5rIjoibm8iLCJfd3BfY3Jhd2xlcl9zY2hlZHVsZV9mb250ZSI6IkZvbnRlOiBHT1YgTVQifQ==

Com o objetivo de aprimorar o desempenho na prestação dos serviços na atividade de controle interno, auditores da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) e do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT participaram, na última semana, de capacitação sobre auditorias operacionais. Viabilizado pela Corte de Contas do Estado, o curso foi ministrado pelo auditor federal do Tribunal de Contas da União (TCU) e professor universitário, Fábio Mafra.

Na capacitação, os auditores puderam aprimorar os conhecimentos sobre os fundamentos de auditoria operacional, a necessidade de asseguração e de administração do risco de auditoria, o mapeamento de processos e inventário de riscos, as técnicas de entrevistas, pesquisas por meio de entrevistas e de questionários, matriz de achados, relatórios de auditorias e monitoramentos das deliberações.

De acordo com Fábio Mafra, a finalidade da capacitação foi agregar conhecimento junto aos auditores sobre os conceitos, critérios e técnicas da auditoria operacional, socializando as experiências e apresentando conceitos sobre a atividade que tem como meta contribuir para desempenho das funções e responsabilidades na organização.

“A auditoria operacional já é uma realidade em diversos órgãos e entidades de controle. Entrei no TCU no ano de 2003, o órgão já trabalhava com essa atividade, já era recorrente nas auditorias” avaliou.

O auditor federal acredita que a auditoria operacional será fato em toda administração pública. “Percebo que muitos gestores têm a compreensão da necessidade de trabalhar para se obter o resultado esperado dentro do que foi planejado. Visualizo que quando há alguma resistência dos gestores quanto a esse tipo de auditoria é mais por ser algo que ainda não há o entendimento quanto aos conceitos e critérios. Mas, o que todos queremos é garantir eficiência, eficácia e economia na administração pública”.

A participação dos auditores da CGE na capacitação foi motivada, principalmente, porque a Controladoria e o TCE vão iniciar, em breve, auditoria operacional conjunta na folha de pagamento do Governo do Estado.

Além disso, a capacitação dos servidores da CGE-MT nas técnicas e procedimentos de auditorias operacionais faz parte do Planejamento Estratégico do órgão para fortalecimento dos mecanismos de controle no Poder Executivo Estadual.

De acordo com a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI), “a auditoria operacional analisa se empreendimentos, sistemas, operações, programas, atividades ou organizações do governo estão funcionando de acordo com os princípios de economicidade, eficiência e efetividade e se há espaço para aperfeiçoamento. A auditoria operacional visa a fornecer novas informações, análises ou percepções e, quando apropriado, recomendações para aperfeiçoamento”.