Sobe para sete o número de vítimas fatais da chuva no Rio de Janeiro

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Sétima vítima fatal da chuva que atingiu o Rio de Janeiro na última quarta-feira foi confirmada
Reprodução / @OperacoesRio

Sétima vítima fatal da chuva que atingiu o Rio de Janeiro na última quarta-feira foi confirmada

Morreu, na manhã deste sábado (9), Áureo Paz, de 64 anos. Ele é a sétima vítima fatal da forte chuva que castigou o Rio de Janeiro na última quarta-feira (6). A casa do homem desabou e a esposa dele, Isabel e um dos filhos, Mauro, já haviam morrido no dia da tragédia. Auro e o outro filho, Arthur, foram resgatados, mas o homem não resistiu. O jovem segue internado.

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Segundo informações do Corpo de Bombeiros, outras quatro mortes foram registradas por conta da chuva na capital fluminense: uma na Rocinha, duas na Avenida Niemeyer e uma no Vidigal. De acordo com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, a morte na Rocinha foi causada por um deslizamento de terra. As pessoas que morreram na Niemeyer estavam dentro de um ônibus.

O município havia entrado em estágio de atenção às 20h30, já às 22h15 foi registrado estágio de crise – último nível dos três utilizados pela prefeitura para medir a intensidade das chuvas. Neste sábado, o Rio de Janeiro recuou novamente para estágio de atenção.

Foram registradas 170 quedas de árvores, houve deslizamentos em Pedra de Guaratiba, Rocinha, Inhaúma e Charitas, além de 17 bolsões d’água em decorrência do temporal. A prefeitura do Rio de Janeiro acionou 600 trabalhadores, entre agentes de trânsito, garis e pessoas cortando árvores.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella , decretou um luto oficial de três dias após o  temporal. “A prefeitura está decretando luto oficial de três dias pela tragédia que se abateu sobre a cidade e pelas pessoas que perderam [suas vidas]”, afirmou o político.

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Segundo o prefeito carioca, fortes chuvas eram previstas para ontem pela prefeitura. No entanto, ainda de acordo com ele, um temporal seguido de outro surpreenderam as autoridades, o que levou à decretação do estágio de risco.

“A previsão era de que nós teríamos chuva de moderada a forte, o que realmente ocorreu. Agora, surpreendentemente, atrás dessa tempestade se formou uma outra ainda maior e que ficou presa, não ultrapassando a Floresta da Tijuca. E aí ela se precipitou toda sobre a zona sul do Rio, sobretudo na Rocinha, no Vidigal e no Jardim Botânico”, afirmou.

Fonte: IG Nacional